Meu nome é Alan. Sou agricultor familiar e trabalho com a minha mãe, a dona Dirce, no nosso sítio, em Santa Rosa, no interior de Teresópolis.

Minha avó, a dona Elina, trabalhou como arrendatária por muitos anos nesta terra, até que em 1973 ela conseguiu comprar. Através do trabalho duro de minha avó, até hoje nossa família pode continuar a tradição do cultivo de hortaliças.

Eu comecei a trabalhar na lavoura muito cedo. Desde os 10 anos trabalho na roça e continuo até hoje a fazer o que mais gosto. É muito gratificante saber que estamos ajudando a alimentar diversas pessoas, o que faz desta atividade uma das mais importantes. Adoro morar no interior, pela tranquilidade, hospitalidade do povo e suas belezas naturais.

Uma das maiores dificuldades do trabalho na lavoura é o clima, principalmente no verão, quando as chuvas fortes e as enchentes nos fazem ter muitas perdas na produção.

Além disso também sofremos com a pouca valorização do nosso produto. Ao longo dos anos o custo do plantio, como adubo, canos, hora de trator, sementes, mudas, etc, só aumenta, enquanto o valor do produto permanece o mesmo.

A nossa esperança é que nos unindo como cooperativa, a gente consiga cada vez mais formas de vender a nossa colheita por um preço justo, sem precisar vender barato para o atravessador.

Com isso, desejo não só para mim, mas para cada agricultor e morador do interior que tem uma vida sofrida e guerreira, um futuro mais claro e mais simples.

Alan e dn. Dirce - agricultores


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